Domingo, 2 de Outubro de 2011

Woody Allen, de novo. Meia-noite em Paris é um filme cuja leveza magistral nos transporta até às profundezas do ser que habita em cada um de nós, em cada Tempo.

Neste delírio estético encontramo-nos com Hemingway, Scott Fitzgerald, Buñuel, Picasso, Toulouse Lautrec, Dali e tantos outros que fazem crer a Gil- alter-ego de Allen-, que a vivência do passado é sempre superior à do presente. A lição está aqui. O filme mostra que a epopeia de cada um de nós assenta no presente. Sem presente não há passado; ele é a própria época de ouro. E depois há o jazz . E Paris - museu ao ar livre, em movimento- como pano de fundo nesta fascinante viagem. Neste filme, a vida é superior à arte.
 



publicado por omeuinstante às 18:07 | link do post

2 comentários:
De Francisco a 3 de Outubro de 2011 às 01:50
Concordo, de novo W.Allen!


De Rita a 3 de Outubro de 2011 às 10:54
E depois há o jazz . E Paris - museu ao ar livre, em movimento- como pano de fundo nesta fascinante viagem....é assim mesmo, já vi!


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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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