Sábado, 15 de Outubro de 2011

Luísa Neto Jorge (1939-1989), poetisa, escritora e tradutora, dá-nos uma poesia de insurreição através da presença constante do corpo erótico.

 

 

O animal entende-se:

tem cascos põe-os a render

tem pele aquece

fecha-se nos olhos para adormecer

tudo quanto lembra esquece

 

Dispende-se.

Permanece.

 

Luísa Neto Jorge, Poesia



publicado por omeuinstante às 14:15 | link do post

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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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