Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

Na frente do espelho: estamos falidos e indignados. A que se deve o estado actual de tamanha superficialidade actuante?
Lembro-me de ter lido que Bergson (1859-1951), a propósito da delimitação do conceito de consciência- força viva e energia contínua-, assegurou que habita em cada um de nós um eu profundo e vivo e um eu superficial e morto. Duas realidades, uma só pessoa. Muitos portugueses. 



publicado por omeuinstante às 09:00 | link do post

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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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