Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Diz Tolstoi que a arte não é nem a manifestação da ideia de belo nem um jogo que serve para descarregar a energia acumulada. A arte, para este grande escritor russo, é uma forma de as pessoas se relacionarem, indispensável  à vida e ao progresso da humanidade. 



publicado por omeuinstante às 18:06 | link do post

13 comentários:
De Cláudia S. Tomazi a 13 de Abril de 2012 às 23:20
É interessante que a arte passa a humanidade como um instrumento que cada cultura tem por identidade de afinação, e a expressão certamente dialoga da acção em compor a melhor nota.


De Manuel a 14 de Abril de 2012 às 16:55
às vezes o encantamento resulta unicamente da sintaxe. V. Aragon.


De omeuinstante a 14 de Abril de 2012 às 20:10
Semântica da incompreensão. Uma ajudinha?


De Manuel a 15 de Abril de 2012 às 00:39
Para que banda (a ajudinha)?


De omeuinstante a 15 de Abril de 2012 às 01:05
Para a banda do V. Aragon.


De Manuel a 15 de Abril de 2012 às 01:21
Tudo começou por um erro meu de português: comecei com minúscula e antes de (Louis) Aragon em vez de colocar um v. (ver) pus um V.
Referia-me à poesia dele. Já agora ele próprio diz: "Tout a commencé par une faute de français."
Longe de mim querer imitá-lo. Calhou.


De omeuinstante a 15 de Abril de 2012 às 01:30
Um lapso fecundo. Raciocinei no registo do próprio Aragon: "pensa-se a partir do que se escreve e não o contrário." Agora sim, temos as três dimensões do discurso- sintaxe, semântica e pragmática- em acção e na dobra a compreensão.
Aragon. Gosto.


De Isabel X a 14 de Abril de 2012 às 23:57
Segunodo Hannah Arendt, a aryte é a reproductubilidade do inútil!
- Isabel X -


De Isabel X a 14 de Abril de 2012 às 23:59
Arte, claro!
Peço desculpa.
Isabel X


De omeuinstante a 15 de Abril de 2012 às 01:10
Num mundo para o qual não vale senão o imediatismo útil, a arte desperta e reproduz os sentidos do inútil. Concordo, Isabel.


De R. a 15 de Abril de 2012 às 17:44
E dizia o Mallarmé: "Le monde existe pour aboutir à un livre"


De omeuinstante a 16 de Abril de 2012 às 01:13
Bonito. E quantos livros cabem dentro de uma pessoa?


De R. a 16 de Abril de 2012 às 14:15
Depende do número de histórias que cabem nessa pessoa. (ou, por outras palavras, não sei, ainda não cheguei ao limite)


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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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