Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

Só um horizonte constelado de mitos completa a unidade de toda uma época de cultura, refere Nietzsche em A Origem da Tragédia.

A nossa imediaticidade quotidiana alastra-se num horizonte corrosivo e ameaçador. O humor exemplifica.

 

Bartoon, Luís Afonso
Público, 16 de Abril de 2012



publicado por omeuinstante às 14:24 | link do post

4 comentários:
De Anónimo a 16 de Abril de 2012 às 18:52
Mitos....pequeninos!

Carla M.


De omeuinstante a 16 de Abril de 2012 às 22:00
Tão pequeninos que se evolam no nevoeiro trágico da nossa história.
"O nevoeiro é o plano invisível da não-incrição"
José Gil, Portugal, Hoje.


De ManuelE se as a 17 de Abril de 2012 às 03:04
Será que as pessoas não se viram para o essencial porque as induzem a isso, ou porque efectivamente se gostam de conformar?
Será que nós nos limitamos a verificar o facto, ou queremos mesmo que as coisas mudem?
Mas para isso era preciso fazer algo.
Ultrapassar enfim a mera interpretação.
Estaremos dispostas a fazê-lo? - Eis a questão!


De omeuinstante a 17 de Abril de 2012 às 18:46
Há excelentes interpretações que fundam e fundamentam a acção mas, sim, " no princípio era a acção".


Comentar post

443245.jpeg
Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
links
posts recentes

Horizontes

Resquícios/ Amesterdão

Uma Pastelaria em Tóquio

ViK Muniz - Lixo Extraord...

VIK MUNIZ

Dominique Wolton

Da Memória: 1974 - Uma Pi...

25 de Abril - 2017

noctua - Willie Dixon, I ...

Longe dos Homens

Outubro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


Visitas
conter12
tags

arte

cinema

david mourão-ferreira

educação

estética

eugénio de andrade

fernando pessoa

filosofia

fragmentos

leituras

literatura

livros

miguel torga

música

noctua

pintura

poesia

política

quotidiano

sophia de mello breyner andresen

todas as tags

arquivos
blogs SAPO