Segunda-feira, 10 de Setembro de 2012

Apesar da linguagem, a comunicação de Pedro Passos Coelho anuncia mais austeridade. Um discurso que esmaga o direito dos portugueses ao presente e os reduz a abstracções numéricas.

Há muito que sabemos que o problema da fala é de ordem política e ética: falar, é falar verdade para si e para a Pólis. Outras latitudes, onde a linguagem se revela um “acontecer possibilitante”.

 

Entre os gregos tudo dependia do povo, e o povo dependia da fala.
 

Fénelon, Carta à Academia, IV.




publicado por omeuinstante às 22:03 | link do post

4 comentários:
De KB a 10 de Setembro de 2012 às 23:38
Estou de volta.


De omeuinstante a 10 de Setembro de 2012 às 23:41
E em silêncio absoluto!


De Francisco a 11 de Setembro de 2012 às 15:15
A recompensa está no ar... via Gaspar!


De Anónimo a 12 de Setembro de 2012 às 15:32
Situação que pode ser universalizável... outros passos comunicacionais ...outros contextos...

Prof Zero


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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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