Sexta-feira, 26 de Abril de 2013

 


Em O Amigo, Agamben apresenta-nos o heteros autos como alteridade imanente na mesmidade e define a amizade nos limites da con-partilha. Não há na amizade nenhuma relação entre sujeitos: é o próprio ser que é dividido, que não é idêntico a si, e o eu e o amigo são as duas faces - ou antes os dois pólos - desta con-partilha. Tendo como pré-texto um trecho da Ética Nicomaqueia de Aristóteles e depois de termos sido convidados a fazer a leitura em conjunto, Agamben discursa sobre a relação humana da amizade e sobre as bases ontológicas e políticas em que se auto-sustenta.


A amizade é a instância desse con-sentimento da existência do amigo no sentimento da sua própria existência.





publicado por omeuinstante às 20:09 | link do post

443245.jpeg
Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
links
posts recentes

Uma Pastelaria em Tóquio

ViK Muniz - Lixo Extraord...

VIK MUNIZ

Dominique Wolton

Da Memória: 1974 - Uma Pi...

25 de Abril - 2017

noctua - Willie Dixon, I ...

Longe dos Homens

Herberto Helder/ Os Passo...

Relâmpago de Nada

Maio 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
23
24
25
26
27

29
30
31


Visitas
conter12
tags

arte

cinema

david mourão-ferreira

educação

estética

eugénio de andrade

fernando pessoa

filosofia

fragmentos

leituras

literatura

livros

miguel torga

música

noctua

pintura

poesia

política

quotidiano

sophia de mello breyner andresen

todas as tags

arquivos
blogs SAPO