Sexta-feira, 17.09.10

Hoje, no Público (P2), escrito na pedra:

 

Cinema-verdade?

Prefiro o cinema-mentira.

A mentira é sempre mais interessante do que a verdade.

Frederico Fellini, cineasta italiano (1920-1993)



publicado por omeuinstante às 19:00 | link do post

Quarta-feira, 15.09.10


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Segunda-feira, 13.09.10


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Domingo, 12.09.10


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Quinta-feira, 09.09.10



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Segunda-feira, 06.09.10



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Quinta-feira, 02.09.10



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Terça-feira, 24.08.10


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Domingo, 25.07.10



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Sexta-feira, 23.07.10



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Quinta-feira, 22.07.10



publicado por omeuinstante às 22:59 | link do post

Domingo, 11.07.10

El Secreto de Sus Ojos, 2009, do realizador argentino Juan José Campanella, é um filme de suspense e de busca do sentido da vida.

A trama desenrola-se quando Esposito, ex-funcionário público, decide escrever um livro e, paralelamente,  retomar a investigação de um crime brutal de violação e homicídio; e da descoberta da culpa do assassino pela presença constante de um olhar registado em fotografias.

A passagem à história não é imediata: há uma precisão controlada, quase absurda, de introdução dos personagens na construção da narrativa.

É através de um trabalho de persistente espionagem que Esposito nos dá acesso aos instantes de passado e de memórias; às recordações e às recordações das recordações.

É um filme onde se instala - do princípio ao fim - um vazio nihilista sobre o futuro e onde o amor nem sempre vence. Mas vislumbra-se como caminho.

Diga-lhe que ao menos fale comigo.

Mais um grande filme.

A fita corre no King. Claro.





publicado por omeuinstante às 20:41 | link do post

Segunda-feira, 28.06.10

 

Tendo como pretexto A História de Khosrow e Shirin, poema clássico da literatura persa do século XII, o realizador iraniano Abbas Kiarostami envolve-nos nos amores de uma princesa arménia pelo rei da Pérsia e no triângulo amoroso que resulta da paixão de Shirin por Farhad.

A construção hermenêutica  da narrativa passa pelo olhar de 114 mulheres de várias gerações, e através duma banda sonora que partilha dos sentidos do discurso.

Uma vez que tudo está velado ao espectador, é pelas emoções que passam no rosto destas mulheres - choro, riso, contentamento, cumplicidades, prazer, sofrimento - que se dá o acesso ao entendimento. Em Shirin, o rosto é a porta das percepções.

Neste filme metafísico - o corpo é apenas som - nós somos observadores e observados, como se de um jogo de espelhos se tratasse.

É um filme onde se percebe que a chave da sabedoria anda perdida nos caminhos do Amor. Amor? "lágrimas de sete cores", ensina o poema.

Neste invisível presente, Shirin é cada um de nós.

 

Belíssimo. A não perder.



publicado por omeuinstante às 19:41 | link do post

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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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