Domingo, 29.05.16

 

 Certo! A escola pública de qualidade é a única que garante igualdade de oportunidades.

 

 

"Os impostos que pagamos são para manter um ensino público que garanta da melhor forma possível um princípio base das democracias europeias: a igualdade de oportunidades"

 

"Essa liberdade de escolha de que tanto se fala esbarra com a vontade dos colégios privados e com profundas desigualdades sociais. O Estado teria de superar essa falha privada, abrindo as portas a serviços públicos feitos apenas para os pobres. Resultado? Teríamos de ir até outros continentes menos desenvolvidos para os encontrar. Finalmente, os rankings mostram-nos que escola privada não significa melhor qualidade. Há de tudo. Todas as democracias, sem excepção, se debatem com os mesmos problemas e os vão resolvendo à sua maneira."

"E se parássemos para pensar?"  Teresa de Sousa (29/05/2016)

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publicado por omeuinstante às 17:00 | link do post

Quinta-feira, 21.04.16

 


"Nunca um ministro disse algo que se aproximasse. Conheço bem o tema e estou à vontade para o sublinhado. A Secretária de Estado da Educação afirmou ontem, na mesma sessão, que finalizou um estudo sobre a rede escolar e que nos anos iniciais de ciclo não ficarão salas vazias nas escolas públicas que se situem "ao lado" de colégios financiados pelo Estado."

 

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publicado por omeuinstante às 17:27 | link do post

Quinta-feira, 27.06.13

 

Os balanços desta histórica jornada dos professores são diversos.

 

É evidente que a devastação a que têm estado sujeitos o sistema escolar e o estatuto profissional dos professores já tem uns anos e ficou intocável (não os vou enumerar pela centésima primeira vez e desculpem-me).

 

Como sempre se disse, o denominador comum entre os professores é forte (se calhar até diminuíram os motivos de desunião e estamos numa fase elevada de coesão) e isso é um importante aviso às navegações do presente e do futuro. Há os que entendem que as greves deviam continuar até se atingir o cume, embora achem que o prolongamento desta semana seja escusado e que apenas serve a estratégia da CGTP na luta contra o Governo e estas políticas. Regista-se a contradição. Na minha opinião, teriam terminado no momento do entendimento para vincar bem a vitória dos professores e a greve geral de 27 é já outro assunto onde milhares de professores não terão sequer serviço distribuído (e que me desculpem os sobrecarregados correctores de exames).

 

Perguntam-me: mas terminar sem as questões fundamentais resolvidas? Tendo em conta as circunstâncias, é mais do que razoável. Bem sei que se eliminou a memória, mas nunca pensei que já nem um mesito ou dois se conseguisse recuar.

 

Senão vejamos: alguém duvida que os professores do quadro teriam uma mobilidade de 200 kms com escolha da escola por parte da administração central? Alguém duvida que a componente lectiva ia ser aumentada em 2 ou 3 horas com a passagem para 40 horas e que existiria uma exclusão lectiva das direcções de turma? Alguém duvida que os professores com mais idade ficariam sem a justa redução da componente lectiva (a legalidade com este Governo já se sabe o que é)? Alguém duvida que as eufemísticas requalificacões se aplicariam já em Setembro como ante-câmara do despedimento de milhares de professores (e de mais fugas para a reforma com brutais penalizações) que se somariam à tragédia de mais uma vaga de desemprego para milhares de professores contratados?

 

O que se conseguiu foi pouco? Se se renovou a esperança de milhares de contratados e se se atenuou a dor de milhares de professores do quadro, não foi pouco não. Sim, é pena como disse Wittgenstein, que a linguagem não transmita literalmente a dor. Às tantas, e como alguém disse, a esmagadora adesão dos professores deveu-se ao facto de ninguém se sentir a salvo. Que seja. É também, e por incrível que pareça, um excelente sinal para o futuro da resistência do grupo profissional a que me orgulho de pertencer (e se pertencesse a outro teria decerto o mesmo sentimento).


Correntes



publicado por omeuinstante às 14:39 | link do post

Sábado, 02.02.13

Caldas da Rainha: em defesa da escola pública

Aqui

 



publicado por omeuinstante às 18:01 | link do post

Quarta-feira, 05.12.12

Ninguém compreende mas alguns entendem o apagão (previsto) do dia seguinte. E como a sombra cresce sob as asas do poder...

 

 

Aqui

 



publicado por omeuinstante às 12:11 | link do post

Quinta-feira, 22.11.12

Depois do dia em verso, o inverso:

A criação dos chamados mega-agrupamentos. Mais uma etapa da gestão caótica que invade o sistema escolar.

Diz o Conselho Nacional de Educação: O reforço da centralização burocrática dentro dos agrupamentos, o aumento do fosso entre quem decide e os problemas concretos a reclamar decisão, a sobrevalorização da gestão administrativa face à gestão autónoma das vertentes pedagógicas, tem vindo a criar problemas novos onde eles não existiam.


Pois, sabíamos, sabemos: um modelo organizacional falho e pernicioso.
 



publicado por omeuinstante às 14:49 | link do post

Quarta-feira, 12.09.12


publicado por omeuinstante às 15:01 | link do post

Terça-feira, 03.07.12

Alunos dos tempos modernos: um termina a licenciatura ao Domingo; outro faz o curso num ano. Cada vez se percebe melhor a coerência desta gente: Escola para quê? Encerrem-nas! Encerram-as. Todos os dias. O Ministro Crato que se cuide, um dia destes acorda com o estatuto de professor com horário zero.

Deprimente. Apetece-me o sossego, pois "Quietos fazemos as grandes viagens".



publicado por omeuinstante às 23:56 | link do post

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