Censuro-me por ter permitido que uma amizade não intelectual, uma amizade cujo fim primeiro não foi a criação e contemplação das coisas belas, dominasse inteiramente a minha vida.
Oscar Wilde, De profundis, Relógio D`Agua, Tradução Maria Célia Coutinho, 2001, pp 11
De Raquel a 18 de Agosto de 2010 às 01:16
E, há, ainda, quem deturpe a natureza das amizades. Há graus e interesses diferentes.
De
SR a 18 de Agosto de 2010 às 11:42
Nunca melhor dito!
Todos cometemos este pecado alguma vez na vida. Afinal tudo isto faz parte da nossa passagem por este mundo e em tudo isto construímos a nossa existência. Muitas vezes, é preciso bater no fundo dessa vacuidade, para nos darmos conta que o que nos prende é algo mais.
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