Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011

Nada é inacessível no silêncio ou no poema. 
É aqui a abóbada transparente, o vento principia. 
No centro do dia há uma fonte de água clara. 
Se digo árvore a árvore em mim respira. 
Vivo na delícia nua da inocência aberta. 

António Ramos Rosa, Volante Verde



publicado por omeuinstante às 12:00 | link do post

3 comentários:
De Anónimo a 26 de Outubro de 2011 às 13:41
Porque tudo é dito, se escutarmos...


De Isabel X a 27 de Outubro de 2011 às 10:59
Nem sei como comentar este poema. Qualquer palavra mais seria a mais. Só agradecê-lo à Céu.

- Isabel X -


De Anónimo a 27 de Outubro de 2011 às 23:31
Isabel X, estou plenamente de acordo consigo.

Manuel R


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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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