A Montanha Mágica, obra publicada em 1924, é uma narrativa extensa atravessada pelo Tempo e sempre de olhos postos na cultura europeia. A partir das altas montanhas, o Tempo é a figura central desta obra envolvente sobre o ser-se homem na sua totalidade; e a morte como aprendizagem definitiva.
Diz Thomas Mann:
...para a vida há dois caminhos: um é o usual, directo e ajuizado. O outro é mau, ele passa pela morte e este é o caminho genial.
Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
sophia de mello breyner andresen