Sábado, 20 de Novembro de 2010

O corpo quer respirar a lentidão do âmbito

a frescura do espaço a verdura das ás árvores.

Ele espera a serenidade gloriosa do ocidente

onde eterniza a púrpura e o azul:

Um vespertino visitante poderá levá-lo

numa gôndola branca até aos confins do poente?

Na página respira um nome de água melancólico.


António Ramos Rosa



publicado por omeuinstante às 11:58 | link do post

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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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