De repente, a chuva parou. Vibram apelos à superficíe lisa.
Nas margens, os ramos
aproximam-se das árvores.
De costas voltadas, os arbustos
são rosas da planície.
Atrás de tudo, está o dia. Relógio qualificado no castigo.
Porque não há paz, passam funcionários
passam militares.
Porque é preciso reconstruir.
Talvez a Cidade inteira.
Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
sophia de mello breyner andresen