Quinta-feira, 27.06.13


Com uma extraordinária riqueza de meios empregues o número de estúpidos activos é grande. A variedade de formas que a estupidez mostra, o requinte e a complexidade que consegue, torna-a fascinante e inesgotável. Floresce de inspiração a estreiteza mental, proporcionando crescimento demográfico seguro e estável.
A Asserção Estúpida em Geral é a ferramenta ideal para a sistematização do estreitamento mental. A Asserção Estúpida em Geral tem como ponto de contacto com o todo, o comum de todas as coisas: uma dupla característica, o dualismo.
Qualquer frase cujo conteúdo ou modo de expressão prime por expressar a estupidez do seu autor e, por outro, contribuir para estreitar a mente de quem as leve a sério.
Como complemento e para uma sistematização mais profunda, teremos que falar da Estupidez Implícita, de aspecto mais subterrâneo, daí a sua profundidade, que exerce a sua acção e influência no entupimento da inteligência sem que o observador externo se aperceba disso directamente. Engloba todos os casos em que a estupidez não se revela francamente mas está implícita, quase invisível. A grande estupidez brotará na sua plenitude como resultado dum longo e ruminado processo na profundeza íntima da psique.



Aqui




publicado por omeuinstante às 13:03 | link do post

Segunda-feira, 14.01.13



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publicado por omeuinstante às 18:44 | link do post

Segunda-feira, 01.10.12

Chegámos a um ponto perigoso: damos como relativamente normal que o extravagante, o bizarro, o esdrúxulo e o grotesco entrem no nosso quotidiano e se tornem dominantes. No âmbito do excêntrico, o ministério da Educação é um arquétipo.


Aqui, artigo completo.

 



publicado por omeuinstante às 19:40 | link do post

Segunda-feira, 23.04.12

O silêncio conspirador do nosso quotidiano.
Aqui.



publicado por omeuinstante às 22:13 | link do post

Segunda-feira, 16.01.12

Uma forma inovadora de gerir a crise... crises.
Aqui. 



publicado por omeuinstante às 21:26 | link do post

Segunda-feira, 18.07.11
Uma história árabe conta-nos:
Um imperador mandou vir um homem que passava por ser o mais sábio do conjunto das terras conhecidas e pediu-lhe que redigisse uma obra que contivesse os conhecimentos essenciais.
O erudito deitou mãos ao trabalho e, doze anos mais tarde, ofereceu ao monarca toda uma série de volumes.
— É demasiado extenso — disse o imperador. — Escreve os conhecimentos essenciais num só volume. O homem obedeceu e voltou quatro ou cinco anos mais tarde com um único volume.
— É ainda demasiado extenso — disse o imperador. — Sou um homem ocupado com todos os problemas do império. Escreve em poucas páginas o que consideras essencial e traz-me essas páginas.
O sábio deitou-se ao trabalho. Conseguiu, em dois ou três anos, meter a quinta-essência dos seus conhecimentos em algumas páginas, que ofereceu ao monarca. Este, particularmente ocupado nesse dia, pediu um último esforço: uma só página.
Vários anos de trabalho foram então necessários ao homem para fazer com que o seu conhecimento coubesse numa página.
— Ainda é muito — disse-lhe o imperador. — Proponho-te uma coisa: não escrevas mais nada. Põe o essencial do que sabes numa palavra e vem dizer-ma. Recompensar-te-ei.
O homem retirou-se para um planalto árido e reflectiu durante o tempo necessário. No fim, quando encontrou a palavra que encerrava todos os pensamentos, pediu audiência ao imperador, que já era velho.
— Encontraste a palavra? — perguntou ele ao erudito.
— Sim, Majestade. Encontrei.
— Aproxima-te. Diz essa palavra em voz baixa, depressa.
O sábio aproximou-se do imperador, inclinou-se para o seu ouvido e murmurou uma só palavra. O imperador foi o único a ouvir e exclamou:
— Mas isso já eu sabia!

Jean-Claude Carrière, Tertúlia de Mentirosos.
Daqui


publicado por omeuinstante às 17:24 | link do post

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Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche
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